Ato Contra o AI5 digital no Rio Junho 28, 2009
Posted by João Carlos Caribé in Tecnologia, Voluntariado, cidadania, politica.Tags: blogagempolitica ciberativismo, ciberativismo, cidadania, democracia, direitos, politica, sociedade
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O Xô Censura convida a todos. Acompanhe o ato no Mega Não, fique ligado
* Contra o Projeto de Lei do Senador Azeredo
* Em defesa da liberdade e privacidade na Internet
* Pelo livre compartilhamento e troca de arquivos
O Rio vai dizer um Mega Não!
Dia 01 de julho – 18 horas
Auditório da Associação Brasileira de Imprensa – ABI
R. Araújo Porto Alegre, 71 – Centro – Rio de Janeiro – RJ

Apoio:
Deputado Estadual Alessandro Molon
Deputado Federal Jorge Bittar (licenciado)
Deputado Federal Paulo Teixeira
Convocatória:
Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital – ABCID
Associação Brasileira de Imprensa – ABI
Central Única dos Trabalhadores – CUT
Centro de Ação e Comunicação Comunitária – CENACOC
Coletivo Ciberativismo
Coletivo Digital
Coletivo Intervozes
Conselho Regional de Engenharia do RJ – CREA-RJ
MegaNão!
Projeto Software Livre – Brasil
Setorial de TI do PT do RJ
Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Sintufrj
Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do RJ – Sisejufe
União Estadual dos Estudantes – UEE – RJ
União Nacional dos Estudantes – UNE
Sustentabilidade insustentável Março 31, 2009
Posted by João Carlos Caribé in Ecologia, Ponto de vista, Tecnologia.Tags: cidadania, Ecologia, sociedade
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Publicado originalmente no blog Trezentos
Acabamos de passar pelo evento a Hora do Planeta organizado pela WWF, a proposta era apagar a luz da sala por uma hora, das 20:30 às 21:30. Pouco antes o twitter “bombou” com a tag #horadoplaneta, uma profusão totalmente entrópica de frases e sacadas diversas, eu mesmo entrei na onda sugerindo:

A brincadeira continuou, diversos “twitts” sérios, e brincalhões surgiram, alguns fizeram justamente o contrário, disseram que muitos morreriam nas UTIs, que as luzes das teclas Caps Lock, Scroll Lock e Num Lock estavam apagadas e por ai vai. Isto é perfeitamente natural. Quando organizamos (ciberativistas) o FlashMob em São Paulo foi a mesma coisa, muitos twitts sérios e muita gozação. Como publicitário posso dizer que é assim mesmo, a propagação da mensagem em mídias sociais tem muito do efeito borboleta, trabalha-se a percepção e ai torna-se hype, meme….
Mas meu post não é sobre publicidade, e sim sobre sustentabilidade, e o que vou falar agora certamente não vai agradar muita gente, mas acreditem ou não, não será o fundo preto que na verdade não economiza energia nenhuma, e nem a hora do planeta ou coisas assim que salvarão o mundo. Na verdade o somatório de poucas atitudes podem sim, fazer a diferença, mas na prática, pegando carona no post da Maira, acredito que pouquissimas pessoas estão de fato se empenhando para tornar um mundo sustentável, são estes louvaveis e respeitados quixotes na luta contra a extinção da espécie humana.
Acredito muito que uma pequena atitude pode fazer a diferença, e ela não pode ser minimizada ou hostilizada, mas é que na verdade, em se tratando de vida sustentável somos quase todos hipócritas e egoistas. Ao mesmo tempo em que nos tornamos verdes, continuamos agindo como se o mundo fosse um gigantesco shopping, continuamos consumindo compulsivamente, neste ritmo consumiremos em breve o planeta.
Para salvar o mundo, temos de mudar profundamente nosso estilo de vida, repensar o capitalismo, o consumo e até mesmo nossas vidas, que são consumidas diariamente na ardua de tarefa, que irônicamente se chama “ganhar a vida”, na verdade estamos vendendo a vida para consumir o planeta. Teremos de aprender a viver em coletividade, abandonar a privacidade do automóvel particular, eliminar o consumo de bens não recicláveis, adotar a cultura de otimização extrema de energia, teremos de abrir mão do conforto das lindas e práticas embalagens que adornam nossos mimos, teremos até mesmo de pensar no modelo de moradia, quem sabe o velho modelo de casa da familia onde gerações convivem sob o mesmo teto não seja uma solução? Temos de parar de usar combustiveis fósseis, temos de parar já com a idéia arriscada de extrair metano do fundo do mar.
Temos hoje em dia a tecnologia a nosso favor, a Internet esta ai conectando todo mundo, vamos interagir mais virtualmente, vamos lançar mão da digitalização de bens, vamos “teletrabalhar” mais, vamos repensar nossos espaços de estudo e de trabalho, vamos pensar que o deslocamento diario precisa ser minimizado, vamos invadir as ruas de bicicleta, além de fazer bem a saúde faz bem ao planeta.
Por fim, salvar o planeta pode ser uma verdadeira revolução em nossas vidas, mas temos de deixar de ser egoistas, temos de pensar coletivo, agir coletivo, antes que o próximo cataclisma venha nos ensinar…
Feed-se democracia, a leitura do cidadão de bem Setembro 30, 2008
Posted by João Carlos Caribé in Ecologia, Ponto de vista, Segurança Pública, Voluntariado, cidadania.Tags: cidadania, democracia, eleicoes
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A edição especial da revista eletrônica Feed-se trata com amplitude da democracia e voto consciente, foi lançada uma semana antes as eleições com o objetivo de provocar uma reflexão politica na turma conectada. A Feed-se é uma revista eletrônica em PDF que você consegue ler na tela, protegendo assim o meio ambiente.
Baixe e leia a Feed-se, é ótima e não custa nada. Feed-se a revista eletrônica feita pela blogosfera para o cidadão de bem.
Sobre Homens, Internautas e Cidadãos Maio 19, 2008
Posted by dasilvaorg in Palavras ao vento.Tags: analfabetismo digital, cidadania, Inclusão Digital, interface, linguagem
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Ampliar as chances dos “novos entrantes” na internet exercerem sua cidadania requer tecnologia e escrita específicas. Concorda?!
Hoje começo minha participação aquí no Blog Cidadão abrindo uma discussão sobre o público da “escrita/leitura cidadã” na Internet.
Cidadão, segundo o Aurélio, é o “indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de um Estado”.
Para mim os Blogs tem sido uma forma especial de realizar este viver. Mas ao mesmo tempo, em função das minhas próprias dificuldades e da percepção das dificuldades das pessoas que me circulam, tenho me questionado ultimamente:
Para quem e com que objetivo escrevo?
Posso não ter leitores de fato, mas tenho que ter leitores alvo. Até dá para escrever como terapia, mas, se eu me considero dentro de um projeto político tenho que buscar aliados, pessoas que possam discutir o assunto, buscar alternativas em conjunto. Não dá para fazer sozinho. Este é um ponto da escrita específica. Por outro lado, dependendo do público alvo das minhas ações, terei que ter diferentes escritas e veículos específicos, não?
E a expressividade visibilidade de onde escrevo é importante?
Depende. Se eu estiver falando de algo realmente importante. ( E não sou eu que vou julgar isso) Se o assunto, as propostas, as idéias são potencialmente aproveitáveis por pessoas que podem fazer as coisas aconterem. Se as idéias já estão sendo amadurecidas há algum tempo e algo indica que podem gerar algo se visualizadas por um número significativo de pessoas. Se, Se, Se…. Sim talvez seja importante. Por outro lado, se acreditarmos na “nova web”, se você começar a falar de algo que seja percebido como importante e se começar a ganhar autoridade por isso, então, em algum momento virá a visibilidade.
O que fazer com a visibilidade (sucesso)?
A questão do visibilidade/sucesso é um ponto importante porque se a visibilidade/sucesso é o fim, então terei que fazer de tudo para manter a visibilidade/sucesso. Mas, #blogstress, não me interessa.
Como visibilidade/sucesso não é o fim, mas apenas uma ocorrência aleatória possível e desejável. Então a visibilidade/sucesso deve servir aos fins. (E poder ficar um pouquinho vaidoso também faz parte!!!!!! Rs Rs Rs)
Quais são os fins?
Incrível. Eles são tão difíceis de botar em palavras. Talvez porque não estejam tão bem assimilados ainda. Talvez porque eu tenha medo de falar bobagem!!! Rs Rs Rs
Na verdade há muitos fins, mas, recentemente começei a pensar em ações específicas para os excluídos das tecnologias web para como facilitar a inclusão e automaticamente as escolhas cidadãs.
E como é possível facilitar a inclusão e as escolhas cidadãs?
Bem, acredito que já estamos em parte dos meios. Rs Rs
Ao mesmo tempo percebo que lidar com cidadania para “novos entrantes” na internet é algo que não necessariamnte está alinhado com a palavra-chave “cidadania”.
Googlear cidadania leva a projetos fechados, lutas individuais, projetos famosos etc. Nenhum deles parece entretanto ter o objetivo de se comunicar com o “novo entrante” na internet.
Logo, ainda não tenho respostas. Mas estou a procura. Quer ajudar?!!
O caso da posta de cação que nadou até congelar Novembro 18, 2007
Posted by João Carlos Caribé in Defesa do consumidor, Ponto de vista.Tags: cidadania, Defesa do consumidor, supermercado
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Certa vez fazendo compras com um conhecido, estranhei o fato dele pegar um frango congelado e colocar no carrinho sem antes pesar. Não resisti e perguntei por que ele não pesava logo o frango. Ele me respondeu que precisava levar o frango para “passear”, para ele perder um pouco do peso antes de pesar. Achei bobagem, mas quando vi a quantidade de agua que saia do pacote após meia hora de supermercado, entendi a sua motivação.
No sabado resolvemos fazer um delicioso penne ao molho de funghi com cação grelhado com molho de alcaparras na manteiga, uma delicia, pode acreditar.
Fomos ao supermercado, e dentre outras coisas e compramos postas de cação congeladas. Ao chegar em casa deixei as postas de cação descongelando. Logo que desembalei, percebi que as postas estavam cobertas por uma camada de gelo, e pela espessura e transparência do gelo, descartei a possibilidade de acumulo natural, uma vez que o gelo naturalmente depositado sobre o alimento é proveniente da umidade do ar e fica mais opaco e menos denso.
Pouco menos de meia hora depois as postas de cação estava literalmente nadando. Decidi avaliar a quantidade de agua que eu involuntariamente comprei junto com as postas de cação. Peguei um destes copos de Nutella pequenos, de 200 g, vazio e enchi com a água e o resto do gelo que estava soltando, o resultado você pode ver na foto abaixo.
Levando em conta que este copo de 200ml estava cheio, presumo que havia entre 150 e 200 g de gelo recobrindo as postas de cação, ficando com a média, vamos levar em contar 180g. Ou seja das 854g de postas de cação que comprei, 180g era gelo, ou seja, 22% do peso era água. Em outras palavras R$ 1,44 dos R$ 6,81 que paguei era gelo. Sem contar que depois na panela o cação literalmente cozinhou antes de grelhar, de tanta água que ainda sorou , e esta eu nem levei em consideração na conta acima.
Mas a preocupação principal não é esta aparente ludibriação, digo aparente por falta de referenciais concretos e legal para confirma-la ou não. Se este peixe foi realmente mergulhado em água, quais foram as condições de higiene ? Esta água estava limpa? Isenta de agentes contaminantes?
Se houve ou não houve ma fé do supermercado, só os orgãos competentes poderão confirmar, mas nos consumidores podemos fazer nossa parte, e eis aqui algumas dicas:
- Leve sempre o seu congelado para passear, pegue-o no inicio das compras e pese-o no final, fazendo um pequeno furo na embalagem antes para esvaziar.
- Obviamente a dica acima não é a melhor a ser seguida quando a quantidade de gelo aparente sobre o alimento é muito grande, neste caso não o compre.
- Ao constatar irregularidades de pesos e medidades denuncie no IPEM-RJ (se for do Rio de Janeiro) ou no IPEM do seu estado. Se preferir, pode denunciar na ouvidoria do IPEM-RJ – (21) 2289 5886 ou pelo 0800 282 3040
Fiz a denuncia no IPEM na data da publicação deste post e o protocolo é 703553 vamos ver no que vai dar.
O incrível bicho papão tecnológico Outubro 17, 2007
Posted by João Carlos Caribé in Ponto de vista, Tecnologia, burocracia, cidadania.Tags: cidadania, fobia tecnológica, leis inuteis, politica, sociedade
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Não sei a quem atribuir estas aberrações, mas ontem (16/10/07) a Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou um projeto de lei que proíbe o uso de celular e equipamentos eletrônicos, como iPod, tocadores de MP3 e jogos eletrônicos na sala de aula.
O projeto é da vereadora Pastora Márcia Teixeira, e é válido para escolas públicas e particulares, e segundo o G1, a lei não se restringe ao ensino fundamental e médio, e caso sancionada atingirá também o ensino superior.
O “grand finale” vem agora:
A vereadora justifica que “a utilização de tais equipamentos além de tirar a concentração, inibe também a memorização do que está sendo ensinado”.
Pela frase percebe-se que a vereadora não deve entender de educação moderna, como assim o aluno precisa memorizar? Não seria entendimento? Compreensão? Pela mesma linha de racicinio um comentário no G1 sugere a proibição do papel e caneta, afinal o aluno pode ficar desenhando e deixar de prestar atenção na aula.
Além do aspecto inexequivel do projeto, afinal quem vai fiscalizar o cumprimento desta lei, temos ainda o aspecto paternalista do projeto. Afinal para que uma lei para um assunto que poderia ser facilmente resolvido através do bom senso ou de normas internas da escola. Será que nossos vereadores não tem nada mais importante com que se preocuparem?
Enquanto nos Estados Unidos o uso de computador pessoal em sala de aula do ensino médio e superior vem se tornando um padrão, aqui nossos legisladores ficam brigando contra a tecnologia. A evolução tecnológica é fato, ela não irá regredir, muito pelo contrário, a tendência é acelerar intensivamente daqui pra frente. A nova geração conectada, não irá se desconectar, não sabem viver de outra forma, são nosso futuro, e é importante entender seu comportamento. O livro Conectado, de Juliano Spyer é um bom estudo deste comportamento.
Educadores devem se reciclar, aprenderem a lidar com a tecnologia e não coloca-la na posição de bicho papão. Porquê não usar o SMS, MMS dos celulares e seus recursos Bluetooth para passar exercícos, matérias e até fotos e videos contextualizados com a aula? Porquê não envolver os alunos em um RPG ou mesmo um MMORPG educativo? Porquê não ensina-los a encontrar informação relevante na internet ao inves de falar que web só tem bobagens? Eles sabem que isto é mentira.
Por fim recomendo a leitura de “Mundos em colisão” de Nemo Nox que retrata muito bem o que estamos vivenciando. Depois, relaxe, abra a sua mente e deixe o futuro entrar, não lute contra ele, faça-o trabalhar a seu favor.
Nasceu o Blog Cidadão Outubro 14, 2007
Posted by João Carlos Caribé in Ponto de vista.Tags: cidadania, politica, sociedade
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A ideia original deste blog era muito simples, gostaria de registrar problemas que afetam a minha vizinhança tais como:
- Falta de policiamento nos sinais próximos à duas escolas;
- Denunciar os carros que estacionam sobre as calçadas e que obrigam portadores de necessidades especiais e jovens mamães a andarem respectivamente com suas cadeiras de roda e carrinhos de bebê pelo meio da rua;
- Denunciar aquele cidadão que deixa os “resíduos” de seu cão na calçada.
Conversando com amigos, fomos percebendo que o projeto poderia ser muito maior, e percebi que a motivação para isto era muito mais comum do que eu imaginava. Diversas ideias surgiram, até mesmo a opção de criar um mapeamento dos eventos, videos de flagrantes, fotos, e muito mais.
Mas o blog cidadão não é feito só de denuncia, quem faz o bem, quem se destaca na nossa sociedade também deve estar aqui, quem faz poesia, redação e lindas fotografias também. Afinal não queremos ser vistos como um grupo de mal humorados, e sim como cidadãos que querem uma qualidade de vida melhor e um Estado mais atuante.
Mãos a obra! Quer participar? Comente manifestando seu interesse que te convidaremos.



