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Ato Contra o AI5 digital no Rio Junho 28, 2009

Posted by João Carlos Caribé in Tecnologia, Voluntariado, cidadania, politica.
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O Xô Censura convida a todos. Acompanhe o ato no Mega Não, fique ligado

* Contra o Projeto de Lei do Senador Azeredo
* Em defesa da liberdade e privacidade na Internet
* Pelo livre compartilhamento e troca de arquivos

O Rio vai dizer um Mega Não!

Dia 01 de julho – 18 horas
Auditório da Associação Brasileira de Imprensa – ABI

R. Araújo Porto Alegre, 71 – Centro – Rio de Janeiro – RJ

ai-5-rio

Apoio:

Deputado Estadual Alessandro Molon
Deputado Federal Jorge Bittar (licenciado)
Deputado Federal Paulo Teixeira

Convocatória:

Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital – ABCID
Associação Brasileira de Imprensa – ABI
Central Única dos Trabalhadores – CUT
Centro de Ação e Comunicação Comunitária – CENACOC
Coletivo Ciberativismo
Coletivo Digital
Coletivo Intervozes
Conselho Regional de Engenharia do RJ – CREA-RJ
MegaNão!
Projeto Software Livre – Brasil
Setorial de TI do PT do RJ
Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Sintufrj
Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do RJ – Sisejufe
União Estadual dos Estudantes – UEE – RJ
União Nacional dos Estudantes – UNE

Ato contra o AI-5 digital Maio 8, 2009

Posted by João Carlos Caribé in cidadania, politica.
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ato-contraai5digital

Acompanhe todas as novidades no Mega Não ! O blog do Meta manifesto. Esta postagem é parte do movimento contra o AI-5 Digital.

Sustentabilidade insustentável Março 31, 2009

Posted by João Carlos Caribé in Ecologia, Ponto de vista, Tecnologia.
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Publicado originalmente no blog Trezentos

Acabamos de passar pelo evento a Hora do Planeta organizado pela WWF, a proposta era apagar a luz da sala por uma hora, das 20:30 às 21:30. Pouco antes o twitter “bombou” com a tag #horadoplaneta, uma profusão totalmente entrópica de frases e sacadas diversas, eu mesmo entrei na onda sugerindo:

Hora do Planeta

A brincadeira continuou, diversos “twitts” sérios, e brincalhões surgiram, alguns fizeram justamente o contrário, disseram que muitos morreriam nas UTIs, que as luzes das teclas Caps Lock, Scroll Lock e Num Lock estavam apagadas e por ai vai. Isto é perfeitamente natural. Quando organizamos (ciberativistas)  o FlashMob em São Paulo foi a mesma coisa, muitos twitts sérios e muita gozação. Como publicitário posso dizer que é assim mesmo, a propagação da mensagem em mídias sociais tem muito do efeito borboleta, trabalha-se a percepção e ai torna-se hype, meme….

Mas meu post não é sobre publicidade, e sim sobre sustentabilidade, e o que vou falar agora certamente não vai agradar muita gente, mas acreditem ou não, não será o fundo preto que na verdade não economiza energia nenhuma, e nem a hora do planeta ou coisas assim que salvarão o mundo. Na verdade o somatório de poucas atitudes podem sim, fazer a diferença, mas na prática, pegando carona no post da Maira, acredito que pouquissimas pessoas estão de fato se empenhando para tornar um mundo sustentável, são estes louvaveis e respeitados quixotes na luta contra a extinção da espécie humana.

Acredito muito que uma pequena atitude pode fazer a diferença, e ela não pode ser minimizada ou hostilizada, mas é que na verdade, em se tratando de vida sustentável somos quase todos hipócritas e egoistas. Ao mesmo tempo em que nos tornamos verdes, continuamos agindo como se o mundo fosse um gigantesco shopping, continuamos consumindo compulsivamente, neste ritmo consumiremos em breve o planeta.

Para salvar o mundo, temos de mudar profundamente nosso estilo de vida, repensar o capitalismo, o consumo e até mesmo nossas vidas, que são consumidas diariamente na ardua de tarefa, que irônicamente se chama “ganhar a vida”, na verdade estamos vendendo a vida para consumir o planeta. Teremos de aprender a viver em coletividade, abandonar a privacidade do automóvel particular, eliminar o consumo de bens não recicláveis, adotar a cultura de otimização extrema de energia, teremos de abrir mão do conforto das lindas e práticas embalagens que adornam nossos mimos, teremos até mesmo de pensar no modelo de moradia, quem sabe o velho modelo de casa da familia onde gerações convivem sob o mesmo teto não seja uma solução? Temos de parar de usar combustiveis fósseis, temos de parar já com a idéia arriscada de extrair metano do fundo do mar.

Temos hoje em dia a tecnologia a nosso favor, a Internet esta ai conectando todo mundo, vamos interagir mais virtualmente, vamos lançar mão da digitalização de bens, vamos “teletrabalhar” mais, vamos repensar nossos espaços de estudo e de trabalho, vamos pensar que o deslocamento diario precisa ser minimizado, vamos invadir as ruas de bicicleta, além de fazer bem a saúde faz bem ao planeta.

Por fim, salvar o planeta pode ser uma verdadeira revolução em nossas vidas, mas temos de deixar de ser egoistas, temos de pensar coletivo, agir coletivo, antes que o próximo cataclisma venha nos ensinar…

Livro didático, a extorsão nossa de cada ano Janeiro 31, 2009

Posted by João Carlos Caribé in Defesa do consumidor, Ecologia, Educacao, Ponto de vista, Tecnologia, cidadania, fobia tecnológica.
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Livros didaticos

Acredite ou não, nesta foto tem R$ 691,95 em livros didáticos, ou para ser mais preciso, ainda faltam três livros paradidaticos e três apostilas, mas em suma, R$ 691,95 por um conjunto de livros do nono ano (antiga oitava série) é no mínimo um roubo. Se dividirmos o preço total dos livros pela quantidade de livros, que são 15, temos que o livro médio custa R$ 46,15. Considerando os preços extorsivos dos livros no Brasil, R$ 46,15 é quanto custa em média bons bestsellers de negócios.

Por mais que as editoras argumentem, pode ser baixa tiragem, pode ser o que for, mas uma coisa é certa, a taxa de encalhe é nula ou próxima disto, todos os livros produzidos são vendidos, pois os pais, reféns da indicação do livro pela escola, são obrigados a compra-los. Livros estes que em geral, apesar da impressão em cores, são de baixa qualidade e em sua maioria descartáveis, não servem para um outro aluno no ano seguinte.

Na prática, nós pais, somos vitimas, reféns ou trouxas mesmo. No modelo jurássico de educação que vivemos, onde livros didáticos são escolhidos por coordenadores, e professores atuam como meros interpretes do plano de aula do autor do livro, não poderia ser diferente. Sem contar que o livro didático é protegido por direitos autorais, o que na prática não protege o autor coisa nenhuma, apenas garante os lucros absurdos do editor. Pois a unica forma de escapar deste custo extorsivo seria  utilizar livros de um colega que ja esta mais adiantado. “Deus me livre de meu filho usar livro dos outros”, falam alguns pais como se isto fosse a pior coisa do mundo, trouxa eles. Mas temos de adimitir, a industria de livros didáticos é uma verdadeira máfia, somos extorquidos todos os anos.

A luz no fim do túnel pode estar em algumas hipóteses:

  1. Reformulação do modelo educacional, onde o professor passe de supremo detentor do conhecimento para mentor do auto-ditatismo. Desta forma os livros didáticos seriam totalmente dispensáveis e/ou os alunos teriam a liberdade de consultar a fonte que estiver disponível e/ou desejar.
  2. Livros didáticos em creative commons, é uma tendência, muitas obras de grande qualidade estão em creative commons, são músicas, videos, imagens, livros e um monte de obras culturais em creative commons. A adoção deste modelo significa uma ruptura com o modelo de negócios que “comercializa a cultura”. Este modelo poderia ser em forma de livros e até mesmo em forma de Wikis, como a Wikipedia. Para isto precisamos deixar de demonizar a tecnologia.
  3. Eco-livros digitais livres – Estes seriam na verdade uma variação do item anterior, seriam como livres open source, que as escolas poderiam obter uma licenca única e replicar para seus alunos. Eco-livros seriam livros ou software com objetivo didático, como as enciclopedias digitais, com a vantagem de serem ecológicos e reaprovetaveis. Poderia ate receber upgrade automatico via web.

Estas são algumas hipoteses, quem sabe não apareçe um grupo de educadores para colocar a ideia do livro didatico livre em prática, provavelmente um projeto destes, colaborativo, produzirá um produto muito melhor, com a conjunção de ideias e pontos de vista dispares, um produto muito mais consistente.

Por fim, como na cultura livre, o conhecimento pertence à humanidade.

UPDATE 23:00 – Coincidência ou não, o @dpadua Twittou um site sobre uma iniciativa de livros didáticos livres.

AIDS e terceira idade Dezembro 1, 2008

Posted by João Carlos Caribé in Ponto de vista, Voluntariado, cidadania.
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A mídia vem noticiando a ascensão de um novo grupo de vitimas da AIDS, um novo tipo de vitima que surgiu graças aos novos medicamentos contra a impotência, um grupo que estava fora do alcance da AIDS por causa da disfunção eréctil. Estou falando de homens heterossexuais com idade superior a cinqüenta anos.

Para esta geração, a “ficha” da AIDS ainda não caiu, é a geração da revolução sexual, da era hippie, da geração Woodstock, uma turma onde sexo livre não era sinônimo de DSTs mortais como a AIDS. Uma geração onde esta cultura sedimentou e que ainda não acordou para os riscos da AIDS.

O pior é que estes homens que agora se sentem mais viris em função das milagrosas pilulas contra a impotência, resolveram “tirar o atrazo” e acabam trazendo a doença para dentro de casa, contaminando a sua parceira de longos anos, proporcionando um drama que a idade avançada havia banido de suas vidas.

Pior do que ouvir que o vovô esta com AIDS é saber que a vovó também está, será que é o novo destino da terceira idade?

Acho que já passou da hora de acordarmos para este novo drama, e educarmos nossos pais e avós a respeito do sexo seguro, é hora da midia se engajar em novas campanhas para o “novo público alvo” da AIDS que se perpetua graças a ignorância.

Este post é uma resposta à convocação da Lu Freitas, para o dia da blogagem coletiva na luta contra a Aids,

Oi… Oi!… Oi pô! Tá surda é? Outubro 2, 2008

Posted by João Carlos Caribé in Defesa do consumidor, Ponto de vista.
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A unanimidade é burra, o monopólio também emburrece. A Oi, queridinha do Lulla, esta para se tornar um grande monopolio das comunicações com a fusão com a BrT, e ai é que mora o problema, desculpe a franqueza, tirem as crianças da tela, mas estamos fudidos!

Quem mora no Rio, deve lembrar da extinta Telerj, um exemplo de como não deve ser uma cia telefônica, com a privatização das Teles, diversas empresas assumiram diversas regiões e as metas da ANATEL, deram um upgrade no nosso sistema telefônico. Na época em que as coisas eram dificeis, eu comprei uma linha telefônica para meu escritório em 98 pela bagatela de R$ 4.500,00, mas um ano antes vendi meu celular prefixo 984 por um pouco mais R$ 4.800,00, de forma que fiquei no lucro. Isto é para você ver como era o mercado de telefonia, pouco menos de 10 anos atrás.

A Telerj virou Telemar, e depois de ser campeã em reclamações no PROCON, adotou o simpático nome de sua operadora de celular, a Oi. Não sei ainda quanto tempo a marca Oi ira ficar imaculada, se é que ainda esteja, afinal eles vem se empenhando muito para queimar o próprio filme.

Confesso que estava satisfeito com a Oi, até agora, ja havia lido o post do Orlando sobre o Velox, e percebi que a coisa esta ficando feia, mas ainda não havia sido atingido pela “Oincompetência”. Mas isto mudou!

Aqui em casa todos temos celular da Oi, todos pré pagos, afinal temos a promoção Ligadores, que nos garante dez vezes o valor dos créditos e com R$ 20,00 para cada um da para falar o mês todo. Como de costume colocamos os créditos do meu filho, e em seguida ele fez algumas ligações e constatou que os créditos bonus não foram colocados, e que em poucas ligações ja havia gasto mais de R$ 10,00. Bom deve ter sido algum problema penso eu, e tentamos ligar para o *144 da Oi Móvel, ocupado direto, de qualquer celular Oi a mesma coisa, em qualquer tempo, desde as 14h que tentamos sem sucesso, depois tem um numero no site 0800 284 3131 que estranhamente e surdamente não entende o numero do telefone com o prefixo da cidade que a gravação pede para digitar, e quem disse que eles estão seguindo as novas regras do telemarketing, é robô atras de robô.

Há pouco menos de 40 minutos minha esposa achou um chat no site, ela abriu o chat e ganhou o numero 67 na fila de espera, depois pediu para que eu ficasse no controle, quando cheguei na posição 55, decidi escrever este post, e agora que estou quase terminando, ainda estou na posição 23. Não pretendo fechar e publicar o post agora, afinal tanto eu, como você meu(minha) caro(a) leitor(a) queremos saber o desfecho destas história não é? Então veja a seguir.

Sinto muito, por hoje não vai dar, por alguma razão inexplicavel a conexão do meu Oi Velox caiu por alguns minutos e perdi meu lugar na fila de espera, que era o sexto lugar já.

Amanhã, se a Oi quiser, eu digo o desfecho desta história.

BlogBlogs.Com.Br

Feed-se democracia, a leitura do cidadão de bem Setembro 30, 2008

Posted by João Carlos Caribé in Ecologia, Ponto de vista, Segurança Pública, Voluntariado, cidadania.
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A edição especial da revista eletrônica Feed-se trata com amplitude da democracia e voto consciente, foi lançada uma semana antes as eleições com o objetivo de provocar uma reflexão politica na turma conectada. A Feed-se é uma revista eletrônica em PDF que você consegue ler na tela, protegendo assim o meio ambiente.

Baixe e leia a Feed-se, é ótima e não custa nada. Feed-se a revista eletrônica feita pela blogosfera para o cidadão de bem.

Xeque mate no falido sistema educacional Brasileiro ? Setembro 14, 2008

Posted by João Carlos Caribé in Educacao, Infancia, Ponto de vista, Tecnologia, burocracia, cidadania.
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O Xeque mate do ensino

O Xeque mate do ensino

No Brasil as atividades essenciais, que deveriam ser providas pelo estado, pois são custeadas pela população, são em sua maioria terceirizadas, tais como saúde, educação e transporte.

Aqui o transporte sempre é pago, e a preço de ouro, diferente dos Estados Unidos por exemplo. Em Nova Iorque é possivel comprar um cartão magnético por U$ 13,00 que dá direito a usar o sistema de transporte público (trem, ônibus e metrô) quantas vezes desejar por uma semana. Isto sem contar que a barca que liga Nova Iorque a State Island,  tipo uma Rio-Niterói é totalmente gratuita. Dizer que nesta mesma barca vi uma menina tranquilamente trabalhando em seu Sony Vaio reluzente é esculachar demais nossa segurança pública, é bater em cachorro morto. É possível imaginar uma cena destas na Barca Rio Niteroi?!!

Voltando para a educação, que é o tema deste post, o Cardoso Twittou um caso no mínimo inusitado, trata-se de uma familia onde os filhos foram educados em casa, o nosso estado burocrático não aceita que os filhos sejam educados em casa, mas nas inúteis escolas públicas com aprovação automática pode né? Veja a notícia na integra,traduzida e adaptada por Julio Severo  (www.juliosevero.com) e publicada no Midia sem Mascara, a partir de uma matéria publicada originalmente em Inglês no LifeSiteNews:

Numa vitória surpresa contra as autoridades governamentais que tentaram medidas legais contra uma família que ensina seus filhos em casa e se recusa a fazer parte do sistema escolar público, David e Jonatas Nunes passaram nos testes provando um elevado nível de conhecimento numa variedade de assuntos, inclusive história, ciências naturais, artes, esportes, computação e matemática.

Os testes dados aos filhos dos Nunes eram tão difíceis que os professores de escola pública confessaram que não conseguiriam passá-los. Os dois adolescentes, de 14 e 15 anos, tiveram só uma semana para estudar para vários dos testes que foram anunciados com só uma semana de antecedência.

Os exames foram feitos por ordem de um tribunal local numa tentativa de determinar se os Nunes haviam cometido o crime de “abandono intelectual”, o que poderia trazer como conseqüência uma multa pesada e possivelmente cadeia para os dois pais, bem como perda da guarda de seus três filhos.

Embora os adolescentes tivessem sido avisados com antecedência que seriam testados em matemática, geografia, ciência e história, eles foram informados apenas uma semana antes da data dos testes que eles também seriam testados em português, inglês, arte e educação física, inclusive questões sobre a história do handebol, basquete, futebol e outros esportes.

Apesar do curto tempo que receberam para estudar, ambos os adolescentes passaram nos testes, David alcançando 68% e Jonatas 65%, de acordo com Cleber Nunes, o pai dos adolescentes. Embora o governo não tenha ainda dado um veredicto nas notas, a nota mínima de aprovação nas escolas brasileiras é 60%.

“Os testes foram difíceis”, Nunes disse para LifeSiteNews. “Havia perguntas que são dadas nos exames de admissão das grandes universidades. Além disso, ficamos surpresos com a adição de quatro matérias, a apenas uma semana dos exames. Eles estudaram muito a fim de assimilar todo o material”.

“Para mim, o processo pelo qual eles passaram foi evidência muito forte de que eles estão, de fato, aprendendo a aprender”, disse Nunes.
“Eles estudaram a maioria das matérias sozinhos. Tivemos a ajuda de um professor de matemática. Eles estudaram o resto de suas matérias por conta própria. Eu lhes dei pouca orientação. Esse é o princípio do método que usamos”.

Nunes diz que agora ele quer que os estudantes de escolas públicas façam os mesmos testes que seus filhos fizeram. Ele diz que tem certeza de que não chegariam nem perto de passar, e aponta para o fato de que em testes internacionais os estudantes do Brasil produzem notas extremamente baixas.

O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes de 2007, o qual compara o desempenho estudantil, em 57 países, deu ao Brasil notas bem baixas em matemática, leitura e ciência. Em seu próprio Índice do Desenvolvimento da Educação Básica, as escolas públicas do Brasil alcançam entre 3.5 e 4.2, dependendo do nível do grau.

“É interessante que se esses mesmos testes fossem dados para estudantes de escolas públicas, a vasta maioria não os passaria”, disse Nunes, que observou que se falhar em tais testes deve ser considerado como crime, “então o próprio governo seria condenado já que seus órgãos confessam o fracasso total do sistema educacional que eles estão exigindo que nossos filhos freqüentem”.

A vitória dos Nunes ocorre depois de um ano e meio de lutas com as autoridades do governo brasileiro, que interpretam as leis existentes com o significado de que as pessoas não podem educar seus filhos em casa. Os Nunes dizem que tiraram seus filhos do sistema de escolas públicas por causa dos baixos padrões e imoralidade que permeiam o sistema.

Embora David e Jonatas Nunes já tivessem sido aprovados em exames de admissão para uma faculdade de direito com as idades de 13 e 14, os resultados foram insuficientes para as autoridades locais, que ameaçaram tirar de seus pais a guarda deles e tentaram cobrar deles uma multa excessiva. Os Nunes dizem que estão lutando com a ajuda de advogados voluntários.

Eu também gostaria de ver os alunos de nossas escolas públicas, principalmente as cariocas, prestarem este exame, afinal temos de ter uma referência, ou será que o estado nos vai negar esta oportunidade de mostrar ao público o quanto falido anda nosso sistema educacional?  Um sistema educacional praticamente identico ao existente no século passado, um modelo onde  o professor fala e os alunos ouvem, onde os alunos não são estimulados à discutir, interagir, pesquisar, um sistema educacional onde os alunos não aprendem a aprender. Um sistema educacional refratário às inovações tecnologicas, onde dispositivos eletrônicos como celulares, mp3 e mp4 players, dentre outro são sumariamente proibidos por leis de todas as esferas, produzidas pelos dinossauros do legilativo sob o aplauso nervoso dos educadores não menos jurassicos.

Um sistema educacional orientado à provas, o aluno não é avaliado ao longo do curso, ele não aprende a construir sua imagem e sua carreira, ele aprende a fazer prova,  sóse interessa pela aula na véspera da prova, no restante do tempo é tudo festa. Depois todo mundo fala que o Brasileiro deixa tudo para a última hora… Lógico!! Fomos educados assim, nosso sistema “deseducacional”  nos fez assim.

Por estas e por outras que bato palmas para atitudes como a do professor Claudio Moura Castro, em sua palestra “A aula tradicional: a iguana do ensino” e a projetos geniais, ousados e inovadores como o Nave.

iCitizens, o ciberativismo e a marca na história Julho 19, 2008

Posted by João Carlos Caribé in Ponto de vista, cidadania.
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Faz pouco mais de 13 anos que a Internet chegou ao Brasil, ela aos poucos foi sendo descoberta, se mostrou boa para os negócios, para a sociabilização, depois como uma solução de logística, e por ai foi sendo descoberta. A medida que foi sendo utilizada, se mostrou útil para a cultura, uma nova cultura, a cibercultura.  Cibercultura, a cultura da ubiquidade, a cultura do apropriar, criar, recriar, a cultura do interagir, a cultura do blogar, do pensar e do agir!

Ação esta que esta movimentando mais de 100 mil Brasileiros desde o inicio do mês e que vem sendo lembrado hoje, no dia da blogagem politica, dia de reflexão a cerca da politica e nossa privacidade, nossos direitos civis e contra a censura.

Todo mundo já sabe, mas não custa repetir: Oi Velox é Péssimo Junho 29, 2008

Posted by Orlando G DaSilva in Defesa do consumidor.
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Num destes domingos fiquei sem Internet, sem prévio aviso nenhum, para uma suposta manutenção do serviço Oi Velox durante toda a tarde.

Depois de muito sofrimento falei com algumas pessoas que me disseram que posso ser ressarcido, desde que eu lembre de ligar e aturar outra bateria de stress quando chegar a próxima fatura.

É uma Via Crucis falar com a Oi Velox

Não é novidade o péssimo atendimento e descaso dos serviços de telefonia atualmete vendidos com a marca Oi. Logo, vamos acrescentar às estatísticas.

Das 14:30 às 14:50 foram mais de 5 ligações consecutivas para o 0800565658 para tentar resolver meu problema com o Oi Velox.

Bem, se nestas ligações alguém tivesse me atendido, falado comigo, me dado alguma expectativa, alguma explicação, tudo bem.

O problema é que em todas as ligações só ouvi gravações de sistemas automatizados.

Os procedimentos automatizados para diminuir o custo de operações da Oi Velox são um verdadeiro descaso com o cliente.

Mas o cliente, no meu caso, não é um problema para a Oi Velox. Principalmente porque não há aqui na região opção de banda larga que seja de fato concorrência.

Lucratividade em primeiro lugar, é óbvio

A gente vive ouvindo por aí que o cliente é importante, que o relacionamento com o cliente é fundamental, mas, na verdade a primeira preocupação das organizações com fins lucrativos é com a lucratividade. Isto é tão óbvio.

Mas é preciso por máscara no assunto. Imagine se de repente todas as empresas começassem a proclamar “Ei, cliente, faço tudo por você, desde que isto não impacte em nada na minha lucratividade, certo?”

A valorização do cliente só passa a existir no momento em que o cliente, represente algo que impacte a lucratividade.

E dizem que as organizações sempre raciocinam no curto prazo, por incrível que pareça.

Nem gosto de Michael Porter, mas, a lógica do “poder de negociação de cliente” é aceitável. Ou seja, se o custo de troca é alto, se não há substitutos à altura, se o produto da empresa é importante para o cliente, então aí…. o cliente não tem poder !!!!

O resto da estória

Às 15:30 fiz mais uma tentativa de contato. Desta vez consegui falar com um atendente. Porém, fui informado que devido à manutenção na minha região e eu teria que esperar mais duas horas pelo retorno do serviço.

Então eu quis saber como seria ressarcido pelo período sem acesso à Internet. Esperei mais 20 minutos para poder ser atendido por uma gentil operadora em Belo Horizonte.

Em seguida fui informado que deveria ligar para outro número para poder ser informado do procedimento de ressarcimento.

Ok. Liguei para o novo número, fui atendido por um rapaz bastante educado que estava no Rio de Janeiro e me passou as instruções. Só tem um problema…. Vou ter que esperar pela próxima fatura para poder fazer a “contestação” (que é como eles chamam o procedimento para pedir ressarcimento).

Conclusão

A internet voltou por volta das 20 horas. Além de todo o stress e o tempo perdido, ainda vou ter que esperar chegar a fatura da conta para ligar novamente e fazer a tal contestação.

Por isso, fica aqui o registo. o Serviço Oi Velox é péssimo. Só contrate se você não tiver outra opção!!!!!!!!!!!

Ah… E se você também ficar estressado com a Oi Velox, vai lá no CublicleFreakout, um joquinho em flash que mostra teu nível de stress enquanto você destroi as coisas no escritório e joga o micro pela janela!!!! A imagem é de lá.